Senador Moka prestigia abertura oficial da 50ª Expoagro
O Senador da República Wlademir Moka (PMDB) esteve presente na abertura oficial da 50ª Expoagro (Feira Agropecuária Internacional de Dourados), que aconteceu na noite desta sexta-feira (23) no auditório do Parque de Exposições João Humberto de Carvalho.
Durante seu pronunciamento, Moka chamou atenção para a classe produtiva que deve se manter unida e ter seus representantes políticos no congresso nacional. Ele foi enfático ao lembrar que no ano de 1988 a falta de respeito com a classe produtora era muito grande, é tanto que, na época, o Banco do Brasil chamava os produtores de Caloteiros e que nos dias de hoje a atividade rural se tornou um setor que conseguiu o seu poder econômico, ressaltando que o agronegócio mantém o superávit brasileiro. “Temos hoje o poder econômico e político” afirmou o senador.
Questionando os produtores que estavam presentes no evento, o senador afirmou que muitos não tem a idéia do poder econômico do campo, para isso, basta ver o retorno que esse resultado traz para o comércio urbano.
Moka não deixou de criticar a postura protecionista do governo federal, segundo ele, “inegavelmente, o poder federal tem víeis ideológico, e que por isso mesmo a representatividade política tem que sofrer mudança”. Para ele, a classe produtora tem que ter mais força política, pois hoje no país em torno de 70 a 80% dos congressistas são urbanos.
O parlamentar lembrou e defendeu a aproximação da senadora Kátia Abreu, uma das líderes ruralista do congresso nacional, com a presidenta Dilma. Para Moka, com essa atitude algumas questões tem sido resolvidas, principalmente a ação indiscriminada da FUNAI (Fundação Nacional do Índio). “Se não fosse essa aproximação, a coisa estaria muito pior”, afirmou.
O Senador da República Wlademir Moka (PMDB) esteve presente na abertura oficial da 50ª Expoagro (Feira Agropecuária Internacional de Dourados), que aconteceu na noite desta sexta-feira (23) no auditório do Parque de Exposições João Humberto de Carvalho.
Durante seu pronunciamento, Moka chamou atenção para a classe produtiva que deve se manter unida e ter seus representantes políticos no congresso nacional. Ele foi enfático ao lembrar que no ano de 1988 a falta de respeito com a classe produtora era muito grande, é tanto que, na época, o Banco do Brasil chamava os produtores de Caloteiros e que nos dias de hoje a atividade rural se tornou um setor que conseguiu o seu poder econômico, ressaltando que o agronegócio mantém o superávit brasileiro. “Temos hoje o poder econômico e político” afirmou o senador.
Questionando os produtores que estavam presentes no evento, o senador afirmou que muitos não tem a idéia do poder econômico do campo, para isso, basta ver o retorno que esse resultado traz para o comércio urbano.
Moka não deixou de criticar a postura protecionista do governo federal, segundo ele, “inegavelmente, o poder federal tem víeis ideológico, e que por isso mesmo a representatividade política tem que sofrer mudança”. Para ele, a classe produtora tem que ter mais força política, pois hoje no país em torno de 70 a 80% dos congressistas são urbanos.
O parlamentar lembrou e defendeu a aproximação da senadora Kátia Abreu, uma das líderes ruralista do congresso nacional, com a presidenta Dilma. Para Moka, com essa atitude algumas questões tem sido resolvidas, principalmente a ação indiscriminada da FUNAI (Fundação Nacional do Índio). “Se não fosse essa aproximação, a coisa estaria muito pior”, afirmou.

