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Simpósio discute cadeia produtiva da carne na Expoagro

Simpósio discute cadeia produtiva da carne na Expoagro

A 50ª Expoagro (Feira Agropecuária Internacional de Dourados) promoveu debate sobre a comercialização, processamento, manuseio e comportamento que deve ser mantido pelo produtor e consumidor na cadeia produtiva da carne. O evento aconteceu na tarde desta sexta-feira (30), no Parque de Exposição João Humberto de Carvalho.

Promovido pela Prefeitura Municipal de Dourados, MAPA (Ministério Agricultura Pecuária e Abastecimento), Faculdade Anhanguera e Sindicato Rural, o Simpósio teve como palestrante o professor Gerson Ribeiro Homem, pesquisador da CNPq, especialista em desenvolvimento do modelo de produção de alimentos e energia sustentável. Ribeiro Homem discorreu sobre a cadeia produtiva da carne – aspectos de processamento do campo, até a comercialização.

O palestrante deu destaque especial para os profissionais que trabalham com o manuseio e com a comercialização da carne (açougueiros), alertando sobre higiene do local de trabalho, pessoal e a refrigeração adequada do produto “O açougueiro deverá estar devidamente preparado para exercer o seu ofício, para isso, deve participar de cursos de profissionalização, onde se aprende inclusive o corte característico do produto”, explicou.

Na segunda parte do simpósio, o tema debatido foi os requisitos legais para produção e comercialização de produtos cárneos. Neste momento, quem discorreu o assunto foi a médica veterinária Inês Bernadette Castro da Costa, fiscal federal agropecuária da Superintendência Federal da Agricultura do MS, que falou sobre a importância do serviço de inspeção, para garantir que o produto seja de qualidade e boa procedência.

A palestrante afirmou a necessidade de uma política pública em higiene alimentar, para garantir que o produto seja inócuo para o consumo humano, que a boa prática de higiene deve ser praticado em toda cadeia alimentar – da produção primária à fase final da comercialização. “O consumidor deve exigir dos demais agentes a garantia do fornecimento de alimentos seguros, verificando prazos de fabricação e vencimento e todos os seus componentes”, concluiu Inês.

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